Tam.Texto

Pesquise no Portal da Reforma Política

Banner
Banner
Banner
image image image image
Reforma Política só acontecerá com pressão popular - Márlon Reis (MCCE) Em entrevista ao Congresso em Foco, o juiz Márlon Reis, do MCCE, fala das novidades do livro “Direito Eleitoral Brasileiro” e explica as mudanças pelas quais a política brasileira está passando com as recentes alterações na legislação.
ATENÇÃO - Informação falsa sobre a Lei da Ficha Limpa Há tempos está sendo disseminada pela web a informação falsa de que a Lei da Ficha Limpa foi rejeitada pela Câmara dos Deputados.
CPI do Cachoeira revela importância de Reforma Política no país - Rui Falcão (PT) O Presidente Nacional do PT, Rui Falcão falou esta semana sobre a CPMI do Congresso Nacional que investiga a relação entre Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres, ex-DEM.
Vídeos de debates sobre a Reforma Política Abaixo, seguem links para 5 vídeos que discutem temas relativos à Reforma Política. Os vídeos foram produzidos durante o Seminário 80 anos do voto feminino – mulheres em espaços de poder, realizado no Rio Grande do Sul, pelo NIEM UFRGS e Coletivo Feminino Plural.
Perguntas:

Brasil lança campanha “Fim aos Paraísos Fiscais 2012”

Foi oficialmente lançada ontem (16), no Brasil, a campanha “Fim aos Paraísos Fiscais 2012”. Mais de 50 organizações em todo mundo, se unem, pela segunda vez, para exigir que os líderes do G20 adotem medidas efetivas para por fim ao sigilo absoluto de jurisdições em matéria fiscal. A campanha também exige que as empresas declarem os lucros verdadeiros que obtêm, principalmente em países em desenvolvimento, deixem de usar os artifícios visando a sonegação tributária e paguem os impostos devidos. No país, a campanha mundial tem como representante o Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC)* e o envolvimento direto da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), do Instituto Justiça Fiscal, do Movimento Fé e Alegria Brasil, da Cristian Aid Brasil, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), além do apoio de outras entidades.
 
Todos os anos, principalmente os países em desenvolvimento, deixam de ser arrecadados bilhões em receitas tributárias que poderiam financiar políticas de promoção de direitos, como educação, saúde, alimentação, habitação, assistência social, reforma agrária, entre outras. Em  2009, na reunião do G20 em Londres, na Inglaterra, os líderes das maiores economias do mundo assumiram o compromisso de combater os paraísos fiscais. Para isso, vários tratados e acordos entre diferentes países para a troca de informações têm sido firmados. No entanto, essas medidas para resolver o problema deixam muito a desejar.

Leia mais: Brasil lança campanha “Fim aos Paraísos Fiscais 2012”

 

Brasil recupera atraso em transparência com Lei de Acesso à Informação

A partir desta semana, a administração pública brasileira, em todos os níveis, ficará mais transparente e suscetível ao controle da sociedade. Pelo menos no papel. Na quarta-feira (16), passa a vigorar no país a Lei 12.527, conhecida como Lei de Acesso à Informação (LAI). O texto vem regulamentar alguns princípios constitucionais que, desde 1988, asseguram a todos os cidadãos o direito de receber informações públicas de interesse particular ou coletivo – e define a obrigação do Estado em fornecê-las.

“O cidadão paga as contas do Estado. Portanto, tem o direito de entender o que está acontecendo com seu dinheiro, não apenas do ponto de vista financeiro, mas também no que se refere às decisões que o Estado toma em seu nome”, defende Guilherme Canela, assessor regional da Unesco para o Cone Sul. “O acesso à informação geralmente leva à melhora das políticas públicas. A tendência é que, quanto mais transparente, menos corrupto será o Estado.”

Com esse espírito, a LAI foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 18 novembro de 2011. Teve um prazo de seis meses para que entrasse em vigor, até porque é uma legislação extensa. Em seus 47 artigos, repletos de parágrafos e incisos, a lei reconhece o acesso à informação como um direito fundamental, e define que todos órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nas esferas federal, estaduais e municipais, além das empresas e autarquias públicas, deverão conceder, em no máximo 20 dias, todos os dados que lhes forem requisitados. Ou quase todos.

Leia mais: Brasil recupera atraso em transparência com Lei de Acesso à Informação

 

Comissão da Verdade exclui “símbolos” da luta contra a ditadura

Ao contrário do que se imaginava até o início deste mês, a Comissão da Verdade não terá alguns nomes considerados emblemáticos na luta contra crimes políticos durante o regime militar. Dos sete nomes confirmados pela presidenta Dilma Rousseff (PT) na noite desta quinta-feira (10), apenas um figurava na lista de prováveis membros da Comissão da Verdade.

A lista da presidenta Dilma excluiu personagens considerados “emblemáticos” como o ex-ministro de Direitos Humanos, Nilmário Miranda ou o cardeal Dom Evaristo Arns. Também eram apontados como possíveis integrantes da comissão Clarisse Herzog, mulher de Vladimir Herzog e Vera Lucia Facciolla Paiva, filha do ex-deputado Rubens Paiva, cujo mandato foi cassado pelos militares. Outra ausência foi a do idealizador da Comissão da Verdade e ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi.

A falta de um grande “símbolo da luta contra a ditadura” na prática dá um caráter mais técnico à Comissão da Verdade. Dos sete membros, cinco são ligados ao Poder Judiciário. Um deles é ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e atualmente responsável pela maior revisão já vista no Código Penal Brasileiro. De quebra também afasta a alcunha de uma comissão "totalmente esquerdista".

Leia mais: Comissão da Verdade exclui “símbolos” da luta contra a ditadura

   

IPEA lança livro sobre Instituições Participativas

Nos últimos anos, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assumiu um importante desafio: ajudar o país a formular estratégias abrangentes de desenvolvimento, resultantes do diálogo entre atores governamentais e sociais. Para tanto, as questões associadas ao planejamento democrático têm se colocado com urgência no debate público e nas agendas governamentais e de pesquisa.
Visando contribuir nessa direção, o Ipea tem lançado mão de diversas estratégias de parceria e articulação para produção, discussão e disseminação de conhecimento para o desenvolvimento nacional. O atual cenário de retomada da discussão sobre desenvolvimento em contexto de democracia exige do Estado e da sociedade brasileira atenção especial para incluir no debate os diversos interesses e atores que os compõem, para intensificação e aprofundamento do diálogo entre diferentes formas de saberes, disciplinas e experiências, e para construção de uma perspectiva ampliada sobre os desafios e as possíveis alternativas para sua superação.
Tais propósitos são compartilhados pelo Ipea e por um amplo conjunto de atores na cena nacional. Exemplo disto é a parceria firmada entre o Instituto e o Projeto Democracia Participativa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que criou espaço para articulação, mobilização e debate entre dezenas de interessados no tema da participação social no Brasil, oriundos de instituições de ensino, pesquisa e de governos das várias regiões do país, que se reuniram no Ipea para uma oficina nos dias 12 e 13 de maio de 2010. O presente livro é resultado dessas frutíferas parcerias e dos ricos debates por elas estimulados.
Este volume põe em evidência uma importante discussão sobre a efetividade das instituições participativas (IPs), oferecendo um amplo conjunto de ferramentas, estratégias e subsídios para o avanço e o aprimoramento desta agenda. Dessa forma, visando ao cumprimento de sua missão institucional de produzir, articular e disseminar conhecimento para o desenvolvimento brasileiro, o Ipea coloca à disposição do público um produto verdadeiramente coletivo e de relevância para o debate e a prática do aperfeiçoamento contínuo da democracia no Brasil.
Acesse aqui o livro.
Nos últimos anos, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assumiu um importante desafio: ajudar o país a formular estratégias abrangentes de desenvolvimento, resultantes do diálogo entre atores governamentais e sociais. Para tanto, as questões associadas ao planejamento democrático têm se colocado com urgência no debate público e nas agendas governamentais e de pesquisa. 

Visando contribuir nessa direção, o Ipea tem lançado mão de diversas estratégias de parceria e articulação para produção, discussão e disseminação de conhecimento para o desenvolvimento nacional. Exemplo disto é a parceria firmada entre o Instituto e o Projeto Democracia Participativa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que criou espaço para articulação, mobilização e debate entre dezenas de interessados no tema da participação social no Brasil, oriundos de instituições de ensino, pesquisa e de governos das várias regiões do país, que se reuniram no Ipea para uma oficina nos dias 12 e 13 de maio de 2010. O presente livro é resultado dessas frutíferas parcerias e dos ricos debates por elas estimulados.
 

13 Razões para o Veta, Dilma!

Para cumprir seu compromisso de campanha e não permitir incentivos a mais desmatamentos, redução de área de preservação e anistia a crimes ambientais, a Presidenta Dilma terá que reverter ou recuperar, no mínimo, os dispositivos identificados abaixo. No entanto, a maioria dos dispositivos são irreversíveis ou irrecuperáveis por meio de veto parcial.

Leia mais: 13 Razões para o Veta, Dilma!

   

Página 1 de 2

Move
-

Notícias

Em Destaque
Brasil lança campanha “Fim aos Paraísos Fiscais 2012”

Foi oficialmente lançada ontem (16), no Brasil, a campanha “Fim aos Paraísos Fiscais 2012”. Mais de 50 organizações em todo mundo, se unem, pela segunda vez, para exigir que os líderes do G20...

Leia Mais...
Brasil recupera atraso em transparência com Lei de Acesso à Informação

A partir desta semana, a administração pública brasileira, em todos os níveis, ficará mais transparente e suscetível ao controle da sociedade. Pelo menos no papel. Na quarta-feira (16), passa...

Leia Mais...
Comissão da Verdade exclui “símbolos” da luta contra a ditadura

Ao contrário do que se imaginava até o início deste mês, a Comissão da Verdade não terá alguns nomes considerados emblemáticos na luta contra crimes políticos durante o regime militar. Dos...

Leia Mais...
Move
-

Artigos e Colunas

Em Destaque
As empresas, a corrupção e a democracia

Ainda não responsabilizamos, no Brasil, pessoas jurídicas por atos de corrupção - só os funcionários envolvidos. Isso precisa ser corrigido logo. No que diz respeito à corrupção, a vida...

Leia Mais...
Chico Alencar: Código Florestal decepante

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados e todo(a)s o(a)s que assistem a esta sessão ou nela trabalham: A proposta do Código Florestal apresentada pelo deputado Paulo Piau (PMDB/MG)...

Leia Mais...
Claudio Lamachia: Pelo fim do voto secreto

A recente divulgação das ligações telefônicas entre o senador Demóstenes Torres, do DEM, com o bicheiro Carlos Cachoeira coloca, outra vez, o Congresso brasileiro sob os holofotes da mídia. Não...

Leia Mais...
Move
-

Entrevistas

Em Destaque
INICIATIVA POPULAR PARA A REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO

Nós abaixo assinados apoiamos a proposta de Iniciativa Popular para a Reforma do Sistema Político.  Defendemos o fim dos privilégios aos parlamentares, ...

Leia Mais...
O capital privado em campanhas transforma políticos em lobistas

Em entrevista ao Jornal do Brasil, deputado defende a adoção do financiamento público nas eleições e critica lobistas de Brasília. Três dos principais temas discutidos em Brasília nas últimas...

Leia Mais...
Iná Camargo: “Intelectuais têm pavor de revolução”

A professora Iná Camargo Costa, nesta entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, fala sobre arte e política em tempos de crise. Para ela, a arte convencional, uma das melhores expressões do fetichismo...

Leia Mais...

Saiba Mais

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Quem está conosco

Nós temos 176 visitantes online
Banner
Banner
Banner
Banner

Assine nosso Boletim Eletrônico

Nossos Parceiros

Banner