Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político

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A Plataforma dos movimentos sociais pela reforma do sistema político, reúne um conjunto de movimentos/articulações/redes/fóruns e se constitui como um processo de debate e de construção de propostas no sentido da radicalização da democracia. Iniciou em 2004 com o seminário “ Os sentidos da democracia e da participação” , depois em 2005 na formulação de estratégias para 10 anos. A Plataforma promoveu nesse período vários debates sobre o tema em diferentes espaços, congresso nacional, mídia, movimentos, debates nos estados, nos municípios, nos movimentos etc.
EUA tentaram influenciar reforma política do Brasil PDF Imprimir E-mail
A Usaid, agência norte-americana ligada ao Departamento de Estado, gastou US$ 95 mil em 2005 para promover um seminário no Brasil sobre a reforma política brasileira, informa nesta terça-feira reportagem de Sérgio Dávila, publicada pela Folha de S. Paulo (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

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Mulheres representam apenas 10% dos candidatos a prefeito PDF Imprimir E-mail

Mesmo sendo maioria (51,8%) entre os eleitores, as mulheres representam apenas um em cada dez candidatos a prefeito nas eleições deste ano. Dos 15.231 postulantes ao cargo que pediram registro de candidatura ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até domingo à noite, apenas 1.579 (10,3% do total), são do sexo feminino.

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A deslegitimação da política e o estranhamento do mundo PDF Imprimir E-mail
A criminalização dos movimentos sociais opera um movimento de deslegitimação dos sujeitos coletivos. Ao chamar o MST de criminoso, está-se a dizer que sua atividade, ou pior, o seu ser coincide com um crime. O reconhecimento do direito à terra como um direito humano e a reforma agrária deixam de ser propostas políticas para se tornarem associações à criminalidade. A análise é de Roberto Efrem Filho.

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Orçamento e combate às desigualdades PDF Imprimir E-mail
Com o objetivo de aprofundar a análise das políticas públicas, e de avaliar até que ponto o orçamento tem contribuído para promover os direitos humanos e combater as desigualdades sociais, o Inesc realiza hoje, 7 de julho, mais um debate em torno do tema. A oficina “Orçamento, políticas públicas e indicadores a partir de uma perspectiva de gênero e de raça”, realizada na sede da instituição, contou com as presenças de Cida Bento, do CEERT e Guarica César, do Cfemea, na parte da manhã. No período da tarde, participam Luciana Jaccoud, do Ipea, Susana Cavenaghi, do IBGE, e Luana Pinheiro, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, entre as palestrantes.

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Os partidos políticos, as eleições de outubro e o mapa político do Brasil PDF Imprimir E-mail
Rudá Ricci - Sociólogo, Doutor em Ciências Sociais, Diretor Geral do Instituto Cultiva

Já se disse muito sobre a quantidade de partidos brasileiros. A crítica à quantidade baseia-se na falta de projeto próprio, possibilitando que muitos partidos se limitassem a ser linhas auxiliares. Com efeito, o país caminha rapidamente para uma estrutura bipolarizada, entre PSDB e PT, mas nem todos os outros partidos que gravitam ao redor destes dois hegemônicos ou dominantes são simplesmente auxiliares. A intenção deste artigo é sugerir que vai se consolidando algo além de partidos dominantes e seus auxiliares. Temos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, 27 partidos políticos registrados no país. São eles: PMDB, PTB, PDT, PT, DEM, PCdoB, PSB, PSDB, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PTdoB, PP, PSTU, PCB, PRTB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSL, PRB, PSOL, e PR.

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