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Novos relatos de PE e a Iniciativa Popular


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Conforme definição no último encontro da Abong NE II, realizamos o 2º debate sobre a reforma política. Nosso objetivo foi acumular argumentos, definir nossa estratégia no regional e articular ações com outros movimentos, por isso, foi aberto a outras organizações e movimentos e aconteceu na sede do SOS Corpo, tendo participado representações de 15 organizações, a grande maioria filiadas da ABONG (Cidadania Feminina, Grupo Mulher Maravilha, Grupo AdoleSER, Fundação CDL Recife, FASE Nacional, GAJOP, Grupo de Teatro Feminista Loucas de Pedra Lilás/FMPE/AMB, Casa de Passagem, CCLF, CENDHEC, CNMP, SOS Corpo).

O 1º momento foi dedicado a memória da Plataforma dos Movimentos Sociais para a Reforma do Sistema Político, os problemas que se dispõe a resolver, os seus 05 eixos de atuação, os avanços e retrocessos com a mini-reforma eleitoral, as articulações e alianças no campo da sociedade civil e no Estado, principalmente no Congresso e na Frente Parlamentar Mista sobre a Reforma Política, além dos desafios da conjuntura, com a estratégia da campanha pelo PL de iniciativa popular.

Foi compartilhado uma série de materiais (folder da iniciativa popular, Agenda Feminista para a democratização do poder na reforma política do Cfemea e Balanço das políticas públicas do Governo Lula da AMB), o informe do site da reforma política e os materiais virtuais disponíveis.

Com o adiamento da análise do relatório da Comissão Especial da Câmara Federal sobre a Reforma Política no último 06 e, com o informe dos jornais locais de que a próxima votação, no final do mês, não mais incidirá sobre o pleito 2012, houve um consenso sobre ser necessário um reposicionamento da Abong Nacional, bem como da Plataforma dos Movimentos Sociais sobre essa nova conjuntura. Precisamos saber no regional qual orientação a seguir, considerando esses fatos. Também houve uma grande preocupação quanto aos impactos reais da proposta de iniciativa popular em curso nesse contexto, bem como as dificuldades de diálogo com a sociedade, diante do pouco interesse na política. Também foi ressaltado a importância de dialogarmos melhor com a Articulação de Mulheres Brasileiras por compreendermos que ela trás um diferencial à própria proposta da Plataforma.

Assim, após uma série de reflexões, o regional NE II definiu alguns caminhos e apontou questões para a nacional.

Os caminhos no regional:

  • cada organização/articulação deve se apropriar dos argumentos para melhor contribuir com a reflexão nas comunidades, grupos, etc. Para isso, é preciso que o debate e a formação se mantenham e que haja um esforço de tradução de cada um/uma, dos materiais, para uma linguagem mais acessível e didática;
  • as articulações, fóruns e redes devem se esforçar para incluir a reforma política em sua agenda, realizando debates e mobilizando, a partir da suas atividades, a adesão à campanha de iniciativa popular;
  • tentaremos criar uma agenda comum entre os movimentos, fóruns e redes no regional e continuar o processo de debate geral iniciado no MTC, realizando outro momento de discussão mais coletiva com a sociedade em geral, organizações da sociedade civil, Plataforma dos Movimentos Sociais, AMB e parlamentares da Frente Parlamentar mista pela Reforma do Sistema Político;
  • na medida do possível, fazer um debate conjunto no regional entre a agenda da reforma e da Consocial;

Questões para a Nacional (Abong e Plataforma dos Movimentos Sociais)

  • compartilhar qual a análise e estratégia no pós 06 de outubro, para orientar os regionais;
  • Usar o Avaaz como estratégia de ampliação de coleta de assinaturas da iniciativa popular;