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IHU - Unisinos *
Adital - Para o sociólogo Rudá Ricci, os movimentos sociais se tornaram organizações sociais e "perderam a lógica anti-institucionalizante e o ideário comunitarista-cristão do final do século passado". Ele defende que o neoliberalismo não é mais hegemônico. "Quem comanda o Brasil em termos programáticos é o que a ciência política denomina de social-liberalismo, muito distinto do neoliberalismo. (...) A velha política está reeditada. E, em grande parte, pelo lulismo, que criou a mais abrangente e bem sucedida coalizão presidencialista da história da república brasileira". Na entrevista que concedeu para a IHU On-Line, por e-mail, Ricci considera que a dificuldade de quem defende a ampliação da participação da sociedade civil no Brasil é que não sabemos lidar com a chamada nova classe média. "Teremos que aprender. Inclusive as lideranças populares. Somos, enfim, a geração dos anos 80 e estamos lidando com um fenômeno sociológico que expressa o Brasil Potência do século XXI".
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Este texto foi produzido pela Rede de Educação Cidadã - RECID (www.recid.org.br) e publicamos para incentivar o debate de um tema muito importante.
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Portal Terra
BRASÍLIA
- Está em tramitação na Câmara dos Deputados o projeto de iniciativa
popular que proíbe a candidatura dos chamados políticos 'ficha suja',
que respondem a algum tipo de processo.
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Patrícia Rangel - Cfemea
A
reforma eleitoral foi aprovada em 16/09, estabelecendo novas regras
para as eleições do ano que vem e os futuros pleitos. A última etapa da
tramitação do projeto foi realizada em tempo recorde: em 15/09, o
projeto passou no Senado e, no dia seguinte, já havia sido votado na
Câmara, que rejeitou quase todas as alterações da Câmara Alta e
encaminhou o texto final para ser sancionado pelo Presidente da
República.
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ESTE É UM TEXTO QUE FOI ENVIADO PARA DEBATES ...
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Nada
menos que 19 senadores deram lugar a suplentes que assumiram o mandato
sem ter tido um único voto nas urnas. Em alguns casos, os beneficiados
financiaram a campanha dos titulares que depois abriram a vaga no Senado
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Rodrigo Mendes e Valéria Nader - Correio da Cidadania
Fora do foco da mídia, a reforma política construída pelos senadores
e deputados federais não pode, segundo diversos especialistas, sequer
ser chamada de reforma. O advogado Antonio Carlos Mendes, especialista
em direito eleitoral, concorda com essa visão. Tendo em vista a
relevância das mudanças – e levando em conta que o processo ainda não
está finalizado, pois ainda depende da sanção presidencial -, a opinião
de Mendes se soma a diversas outras da sociedade, de que o principal
objetivo é a manutenção do status quo.
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