Reforma Política

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A Plataforma dos movimentos sociais pela reforma do sistema político pretende servir para subsidiar o debate e sistematizar o acúmulo alcançado em todo o processo já iniciado de discussão sobre a reforma política neste grupo de movimentos sociais. È um instrumento para intervir no debate sobre a reforma política, que queremos que seja ampla, democrática e participativa, diferente da que vem sendo pautada no Congresso Nacional. Não queremos uma reforma apenas do sistema eleitoral, queremos a reforma dos processos de decisão
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Reforma Política - Muitas propostas, pouca ação PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Seg, 28 de Dezembro de 2009 06:51
Desde 1991, 283 projetos foram apresentados com o objetivo de mudar o sistema eleitoral. Mas o ano termina sem alterações profundas

  • Juliana Cipriani - Correio Braziliense

  • Paulo H. Carvalho/CB/D.A Press - 8/7/09
    Flávio Dino relatou proposta de momento aprovada pelo Congresso: regras miram apenas a eleição de 2010


    Escândalos de corrupção, problemas com dinheiro não contabilizado de campanhas eleitorais, trocas de partido e proliferação de legendas de aluguel. Temas que se repetem a cada ano e, ainda assim, não são suficientes para mobilizar os 513 deputados e 81 senadores a votar mudanças na legislação necessárias para restringir práticas que pioram a imagem do sistema político brasileiro. E não é por falta de matéria-prima. Estudo da Câmara dos Deputados mostra que desde 1991 já foram apresentadas 283 propostas para alterar o sistema político e eleitoral do país, entre tentativas de emenda à constituição e projetos de lei. Mais uma vez, os principais temas da tão espinhosa reforma estão parados no Legislativo.

    As propostas em tramitação discutem ideias recorrentes entre os parlamentares. Tratam desde o fim da reeleição para os cargos de presidente, governador e prefeito até a redução do mandato dos senadores de oito para quatro anos. Os projetos encontram barreiras entre congressistas da base aliada e da oposição, independentemente daqueles que estiverem no governo. No atual mandato, o Executivo foi autor de algumas iniciativas. Mas o pouco que se mudou teve um estímulo casuístico: tratou das eleições do próximo ano.

    O estudo concluído em abril mostra uma série de propostas de emenda à Constituição (PECs) para instituir a fidelidade partidária, que, na falta de votação dos parlamentares, acabou se tornando regra por deliberação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Há quem deseje explicitar a norma pela qual o mandato pertence ao partido e não ao candidato. Discute-se também a mudança no sistema proporcional de votação, que elege os deputados federais. Existem propostas para instituir o sistema de lista fechada ou o voto distrital misto (leia quadro). Em 2007, os parlamentares chegaram a votar uma proposta pela qual os parlamentares seriam escolhidos a partir de listas elaboradas pelos partidos. Mas a tese foi rejeitada.

    Outro ponto já aprovado foi a cláusula de barreira, destinada a impedir o funcionamento parlamentar dos partidos nanicos. A Justiça, porém, suspendeu a norma que entraria em vigor em 2006. Diante do obstáculo, alguns querem votar projeto reduzindo de 5% previsto na regra original para 2% o percentual de votação necessário para o partido ter plenos direitos no Congresso, como participar de comissões.

    Caixa dois
    O financiamento das campanhas também voltou a ser defendido diante de recentes escândalos em que o caixa dois eleitoral retornou à cena. Na visão de alguns políticos e especialistas, deveria ser adotado o financiamento exclusivamente público, segundo o qual o governo destinaria uma verba proporcional ao eleitorado para custear as campanhas. Há também a ideia de se proibir apenas as doações de empresas e permitir pessoas físicas de destinar recursos a seus candidatos.

    O deputado federal Flávio Dino (PCdoB), que relatou a minirreforma eleitoral deste ano, argumenta que não são falta de competência ou boa vontade os motivos que impedem os parlamentares de votarem as mudanças estruturais. Para ele, não há consenso sobre muitos dos temas discutidos. “É preciso considerar que não decidir aqui é uma decisão. Então, o que às vezes parece descaso é fruto de uma maioria política”, justifica.

    Na visão do parlamentar, pontos como o voto distrital e o financiamento público de campanha não são aceitos por muitos na Casa e falta consenso até mesmo na sociedade. “Combato essa crítica que setores acadêmicos fazem no sentido de uma criminalização do Parlamento. Não existe um momento mágico em que vamos sentar ao redor da mesa e fazer a reforma política salvadora. Nenhum país do mundo fez isso e não vai ser o Brasil que vai fazer”, defende.

    Dino diz que a reforma tem sido feita aos poucos, em mudanças como a instituição do cadastro único dos eleitores, a votação das leis dos partidos e das eleições e a norma que proibiu os showmícios. Para ele, o Congresso também contribuiu na votação da lei de autoria popular que pune a compra de votos e ao votar o orçamento que destinou recursos para o TSE introduzir as urnas eletrônicas.


    Discussão sem fim

    Entenda os principais pontos da reforma política debatidos há anos pelo Congresso

    Lista fechada
    Sistema em que o eleitor vota no partido e não mais individualmente nos candidatos. Caberia às legendas definir quem vai assumir o mandato de acordo com listas ordenadas por elas previamente. A distribuição das cadeiras seria semelhante ao método atual, pela proporção dos votos que o partido obtém no pleito.

    Voto distrital misto
    A votação seria feita pelo método de lista fechada para metade das cadeiras. A outra metade seria selecionada pelo sistema de voto distrital. Estados e municípios são divididos em distritos e cada um deles tem direito a lançar um candidato por partido. Nesse caso, o eleitor votaria no indivíduo.

    Financiamento público
    As campanhas eleitorais seriam financiadas exclusivamente com dinheiro público. Ficariam proibidas as doações de pessoas físicas e empresas. Conforme a proposta, em ano eleitoral seria incluída verba adicional no Orçamento para cobrir as despesas, com valores equivalentes ao eleitorado do país. Para se chegar ao valor, seria preciso multiplicar o número de eleitores por R$ 7, tendo como referência o eleitorado existente em 31 de dezembro do ano anterior ao pleito.

    Federações partidárias
    Seria o fim das coligações exclusivamente com fins eleitorais. Os partidos com afinidade ideológica programática teriam de se unir para formar federações partidárias formalizadas e atuar de forma conjunta no Congresso Nacional. As agremiações deveriam ser formadas até quatro meses antes das eleições e durar três anos.

    Redução da cláusula de barreira
    Se estivesse em vigor, a cláusula de barreira exigiria a obtenção de 5% dos votos apurados para permitir o funcionamento parlamentar de um partido (com direito a liderança e participação em comissões). A proposta em tramitação reduz esse percentual para 2% dos votos apurados nacionalmente, excluídos os brancos e nulos, distribuídos em pelo menos nove estados.

    Fidelidade partidária
    Assunto já deliberado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é tema de uma proposta que cria aos parlamentares uma janela para a mudança de partido. No terceiro ano de mandato, o congressista poderia trocar de legenda sem perder o mandato. Seriam vedadas mudanças no restante do mandato.

    Fim da reeleição
    Acaba com a possibilidade de prefeitos, governadores e presidente tentarem a reeleição. Aumenta também o tempo do mandato de chefes do Executivo de quatro para cinco anos.

    Fonte : site da Câmara dos Deputados e cientistas políticos



    Sem perspectiva de votação

    Euler Junior/EM - 18/11/08


    O sistema político e eleitoral brasileiro ainda tem falhas, mas é difícil que os parlamentares se juntem para votar de uma só vez a tão propagada reforma. A avaliação de especialistas é de que isso só ocorrerá se um governo federal forte e com uma boa base no Congresso tomar para si a missão de encampar os grandes temas. A bola está com o próximo presidente que toma posse em 2011, já que as votações não são mais possíveis para vigorar em 2010. A aposta de alguns é que seja a próxima conquista o projeto Ficha Limpa, que propõe impedir a participação de candidatos que respondam a processos judiciais nas eleições.

    O corporativismo é, na visão do cientista político Rubens Figueiredo, da Universidade de São Paulo, um dos principais entraves à reforma política. “É difícil mudar um sistema que beneficia aqueles que fazem parte dele. Os deputados e senadores são eleitos pelas regras atuais e qualquer coisa diferente disso representa para eles um risco de tiro no escuro”, analisa. “Então esta reforma só sai se algum presidente efetivamente se empenhar e tiver vontade política para fazer com que o Congresso vote.” Para o estudioso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve a oportunidade de fazer isso.

    Na avaliação de Rubens Figueiredo, o sistema político brasileiro enfraquece os partidos por ter as campanhas mais focadas nos indivíduos do que nas legendas partidárias. O sistema proporcional também não aproxima os representantes dos cidadãos pelo fato de eles não serem eleitos pelos distritos. Ele defende a adoção do sistema de financiamento público, com punições rígidas para os que cometerem irregularidades. “A lei de financiamento também é hipócrita porque os valores declarados não têm nada a ver com preços praticados no mercado”, analisa.

    Outros avanços, para o estudioso, seriam a obrigatoriedade de os eleitos votarem no Parlamento de acordo com os programas dos respectivos partidos e a restrição dos programas partidários de televisão. Para ele, é preciso despersonalizar as mensagens. Já o ficha-limpa pode ser, na visão do cientista político, um risco. “Acho exagerado impedir o candidato condenado em primeira instância, pois vemos muitas sentenças estapafúrdias”, justifica. “Acho que é preciso aperfeiçoar o sistema e o partido inviabilizar os que tiverem condenações transitadas em julgado.”

    Para o cientista político Carlos Ranulfo Félix de Melo, nem com uma taxa de renovação do Congresso de 50% é possível aprovar as mudanças. “Tem de ter uma costura, conseguir maioria, e as opiniões são diferentes. Nenhum governo quis encarar essa discussão porque é difícil, divide internamente a base de governo e os próprios partidos.”

    Segundo o professor, o sistema político do Brasil não é ruim, mas tem dois grandes problemas: a adoção da lista aberta e a forma de financiamento de campanha, que, para ele, favorecem a corrupção. Carlos Ranulfo defende a lista fechada (em que os eleitores votam na legenda) ou a flexível, pela qual se vota na lista mas a decisão do eleitor no indivíduo pode alterar a ordem definida pelos partidos. A proibição do financiamento de empresas também seria, para Ranulfo, um avanço. “As campanhas são muito caras e em função desse preço é que se abre uma das portas da corrupção. Os candidatos precisam arrumar dinheiro e costumamos ver recursos desviados e prática de caixa dois”, explica.

    O deputado federal Flávio Dino (PCdoB-MA) acredita que o projeto de proibição aos fichas- sujas, apresentado este ano com mais de 1,3 milhão de assinaturas populares, será o próximo passo da reforma. “O modo brasileiro de fazer a reforma política é dando passos, e o próximo acho que será a discussão da lei da inelegibilidades, incluindo a questão da ficha-limpa. Acho que esse é um passo possível”, avalia. (JC)



    As campanhas são muito caras e em função desse preço é que se abre uma das portas da corrupção
    Carlos Ranulfo Félix de Melo, cientista político

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    Lindomar Vianna Nogueira  - Construindo um Brasil Melhor     |200.20.101.xxx |2010-08-23 11:46:18
    Só há uma solução verdadeira para mudar a situação falimentar da política
    nacional, fazer com que a população conheça as regras do jogo político e
    participe efetivamente de seu exercício - participação hoje limitada a
    caminhar, obrigatoriamente, às urnas sem ter a menor noção do que farão
    lá.
    Implantar na grade do ensino regular disciplina que "alfabetiza
    politicamente" os futuros eleitores é a única forma de construção de uma
    geração de eleitores conscientes e, consequentemente, de melhora verdadeira da
    qualidade da política nacional.
    Estamos fazendo nossa parte e temos levado à
    população de nossa cidade um curso de denominamos de "Alfabetização
    Política"; mantemos um blog ativo e entraremos de cabeça numa campanha
    contra o Voto em Listas Fechadas. Se quiserem nos ajudar, o envio de material e
    a divulgação deste trabalho já serão uma enorme "mão na
    roda".
    Grande...
    yoran ybarra barboza   |201.36.223.xxx |2010-08-25 09:19:20
    O sistema eleitoral vigente , permitindo o financiamento de campanhas por
    empresas e concedendo maior espaço nos meios de comunicação para os "
    partidões " , só faz com que a interferência do Poder Econômico seja
    mais determinante no pleito.Como partidos da esquerda radical apresentarão suas
    propostas ao eleitor ???algum empresário estaria disposto a financiar a
    campanha do PSOL , PCB OU DO PSTU ?????? Claro que não.
    É imprescindível duas
    coisas para começarmos a falar de eleições justas : A) concessão de igual
    espaço nos meios de comunicação a todos os partidos , independente do
    "tamanho" desses partidos ; proibir financiamento privado das
    campanhas ( isso acabaria com o financiamento feito pelas empresas de ônibus ,
    empreiteiras , e outras empresas interessadas em recuperar esse "
    investimento " após a posse de seus candidatos ).
    Anônimo   |124.135.229.xxx |2010-08-25 14:29:02
    Purtroppo questo provvidenziale intervento è avvenuto con
    parecchio ritardo, Insanity DVD fitness program, put Vibram Five Fingers and NFL Jerseys, so that men are envious of your vitality.Christian Louboutin Knockoffs,Christian Louboutin Wedding Shoes,Christian Louboutin Boots,Christian Louboutin Sandals,Christian Louboutin Wedges,Christian Louboutin Platform,DVD Sales,Vibram Five Fingers,Herve Leger,Cheap Christian Louboutin,Alexander Wang Dress,Alexander Wang Shoes,Alexander Mcqueen Shoes,Giuseppe Zanotti Shoes,ED Hardy Shoes,Jimmy Choo Shoes,Chanel Shoes,YSL Shoes,Manolo Blahnik Shoes,Vivienne Westwood Shoes,Tory Burch Shoes,Louis Vuitton Shoes,Miu Miu Shoes,Salvatore Ferragamo Shoes,Marc Jacobs Shoes,Christian Dior Shoes,Herve Leger,Sergio Rossi Shoes,Lanvin Shoes,Coach Shoes,Prada Shoes,Gucci Shoes,Moncler Jackets,MBT ShoesChristian Louboutin Knockofs,Christian Louboutin Wedding Shoes,Christian Louboutin Boots,Christian Louboutin Sandals,Christian Loubouti...
    Edivan Batista Carvalho  - Sugestões para o Projeto de Iniciativa Popular:     |189.10.77.xxx |2010-09-04 16:52:47
    1. voto facultativo;
    2. abolir as emendas de parlamentares ao Orçamento Geral
    da União;
    3. fim de foro privilegiado e imunidade processual para crime
    comum;
    4. fim da reeleição para o executivo e legislativo;
    5. extinguir o
    Senado e transformar o parlamento em unicameral, com mecanismos para que estados
    mais populosos não aprovem leis prejudiciais a estados menos populosos, ou
    separar as competências do Senado, Câmara e Congresso, eliminando a revisão
    de matérias;
    6. abolir as medidas provisórias ou instituir mecanismo que
    obrigue sua votação imediata;
    7. reduzir o mínimo de assinaturas para
    apresentação de projeto de iniciativa popular;
    8. quebra de sigilo (fiscal,
    bancário e telefônico) a partir do registro de candidatura a qualquer cargo
    eletivo e ou da posse em cargo público eletivo ou de livre provimento (PEC
    42/2007);
    9. revogação e veto popular (PEC 80/2003);
    10. concurso público
    para m...
    Edivan Batista Carvalho  - Sugestões para a reforma     |189.10.77.xxx |2010-09-04 16:58:12
    Sugestões para o Projeto de Iniciativa Popular:
    1. voto
    facultativo;
    2. abolir as emendas de parlamentares ao Orçamento Geral da
    União;
    3. fim de foro privilegiado e imunidade processual para crime
    comum;
    4. fim da reeleição para o executivo e legislativo;
    5. extinguir o
    Senado e transformar o parlamento em unicameral;
    6. abolir as medidas
    provisórias;
    7. reduzir assinaturas para projeto de iniciativa
    popular;
    8. revogação e veto popular (PEC 80/2003);
    9. concurso público
    para ministros, desembargadores;
    10. vereadores sem subsídios ou qualquer
    remuneração;
    11. voto distrital;
    12. lista fechada de votação composta por
    voto direto dos filiados do partido;
    13. financiamento de campanhas
    exclusivamente público;
    14. consulta popular para revogar mandatos (PLS
    269/2005 e 82/2003);
    15. tipificar corrupção como crime
    hediondo;
    16. regulamentar PLEBISCITOS e REFERENDOS;
    17. fim das
    coligaç...
    Edivan Batista Carvalho  - Sugestões para a reforma     |189.10.77.xxx |2010-09-04 16:58:28
    Sugestões para o Projeto de Iniciativa Popular:
    1. voto
    facultativo;
    2. abolir as emendas de parlamentares ao Orçamento Geral da
    União;
    3. fim de foro privilegiado e imunidade processual para crime
    comum;
    4. fim da reeleição para o executivo e legislativo;
    5. extinguir o
    Senado e transformar o parlamento em unicameral;
    6. abolir as medidas
    provisórias;
    7. reduzir assinaturas para projeto de iniciativa
    popular;
    8. revogação e veto popular (PEC 80/2003);
    9. concurso público
    para ministros, desembargadores;
    10. vereadores sem subsídios ou qualquer
    remuneração;
    11. voto distrital;
    12. lista fechada de votação composta por
    voto direto dos filiados do partido;
    13. financiamento de campanhas
    exclusivamente público;
    14. consulta popular para revogar mandatos (PLS
    269/2005 e 82/2003);
    15. tipificar corrupção como crime
    hediondo;
    16. regulamentar PLEBISCITOS e REFERENDOS;
    17. fim das
    coligaç...
    Edivan Batista Carvalho  - Sugestões para a reforma     |189.10.77.xxx |2010-09-04 16:59:01
    Sugestões para o Projeto de Iniciativa Popular:
    1. voto
    facultativo;
    2. abolir as emendas de parlamentares ao Orçamento Geral da
    União;
    3. fim de foro privilegiado e imunidade processual para crime
    comum;
    4. fim da reeleição para o executivo e legislativo;
    5. extinguir o
    Senado e transformar o parlamento em unicameral;
    6. abolir as medidas
    provisórias;
    7. reduzir assinaturas para projeto de iniciativa
    popular;
    8. revogação e veto popular (PEC 80/2003);
    9. concurso público
    para ministros, desembargadores;
    10. vereadores sem subsídios ou qualquer
    remuneração;
    11. voto distrital;
    12. lista fechada de votação composta por
    voto direto dos filiados do partido;
    13. financiamento de campanhas
    exclusivamente público;
    14. consulta popular para revogar mandatos (PLS
    269/2005 e 82/2003);
    15. tipificar corrupção como crime
    hediondo;
    16. regulamentar PLEBISCITOS e REFERENDOS;
    17. fim das
    coligaç...
    Edivan Batista Carvalho  - Sugestões para a reforma     |189.10.77.xxx |2010-09-04 17:02:53
    Sugestões para o Projeto de Iniciativa Popular:
    1. voto
    facultativo;
    2. abolir as emendas de parlamentares ao Orçamento Geral da
    União;
    3. fim de foro privilegiado e imunidade processual para crime
    comum;
    4. fim da reeleição para o executivo e legislativo;
    5. extinguir o
    Senado e transformar o parlamento em unicameral;
    6. abolir as medidas
    provisórias;
    7. reduzir assinaturas para projeto de iniciativa
    popular;
    8. revogação e veto popular (PEC 80/2003);
    9. concurso público
    para ministros, desembargadores;
    10. vereadores sem subsídios ou qualquer
    remuneração;
    11. voto distrital;
    12. lista fechada de votação composta por
    voto direto dos filiados do partido;
    13. financiamento de campanhas
    exclusivamente público;
    14. consulta popular para revogar mandatos (PLS
    269/2005 e 82/2003);
    15. tipificar corrupção como crime
    hediondo;
    16. regulamentar PLEBISCITOS e REFERENDOS;
    17. fim das
    coligaç...
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    :(:shock::X:side::):P:unsure::woohoo::huh::whistle:;):s
    :!::?::idea::arrow:
     
    Por gentileza, escreva no quadrinho exatamente o que aparece na imagem.

    3.20 Copyright (C) 2007 Alain Georgette / Copyright (C) 2006 Frantisek Hliva. All rights reserved."